Com um pouco de atraso, mas segue a resposta:
Colocar seu óculos Rayban, erguer o nariz, atravessar a rua imediatamente (como se nada tivesse acontecido), esperar mais 30 minutos pelo próximo ônibus e ver os chineses rindo da cara dela e provavelmente falando em chinês que ela era uma anta.
segunda-feira, 16 de junho de 2008
sábado, 14 de junho de 2008
MICOS DA LOIRA
Hoje vou inaugurar um espaço no blog chamado Micos da Loira. As histórias aqui publicadas são verídicas e aconteceram com uma certa loira que chegou em Perth há pouco tempo.
PONTO DE ÔNIBUS
Num sábado a tarde, a loira foi no mercado aproveitar o último dia de promoções. Após se fartar nas compras, a loira sai com oito sacolas, quatro em cada mão em direção ao ponto de ônibus.
No ponto de ônibus havia um monte de chineses e um deles cedeu o lugar pra loira sentar. Após 5 minutos esperando, o ônibus veio na direção dela, que prontamente começou a sinalizar pra ele parar. Só que o ônibus não parou, devido a um pequeno detalhe, ela estava no lado errado da rua!!!!!
Louca da vida por estar no lado errado da rua (afinal na Austrália a mão é inglesa), ela tem duas alternativas:
1- Esperar os chineses pegarem o ônibus (que eles estavam esperando corretamente) e só depois atravessar, afinal pagar mico internacional tudo bem, mas com os outros rindo na tua cara não dá;
2- Colocar seu óculos Rayban, erguer o nariz, atravessar a rua imediatamente (como se nada tivesse acontecido), esperar mais 30 minutos pelo próximo ônibus e ver os chineses rindo da cara dela e provavelmente falando em chinês que ela era uma anta.
A resposta você terá amanhã....
See you
PONTO DE ÔNIBUS
Num sábado a tarde, a loira foi no mercado aproveitar o último dia de promoções. Após se fartar nas compras, a loira sai com oito sacolas, quatro em cada mão em direção ao ponto de ônibus.
No ponto de ônibus havia um monte de chineses e um deles cedeu o lugar pra loira sentar. Após 5 minutos esperando, o ônibus veio na direção dela, que prontamente começou a sinalizar pra ele parar. Só que o ônibus não parou, devido a um pequeno detalhe, ela estava no lado errado da rua!!!!!
Louca da vida por estar no lado errado da rua (afinal na Austrália a mão é inglesa), ela tem duas alternativas:
1- Esperar os chineses pegarem o ônibus (que eles estavam esperando corretamente) e só depois atravessar, afinal pagar mico internacional tudo bem, mas com os outros rindo na tua cara não dá;
2- Colocar seu óculos Rayban, erguer o nariz, atravessar a rua imediatamente (como se nada tivesse acontecido), esperar mais 30 minutos pelo próximo ônibus e ver os chineses rindo da cara dela e provavelmente falando em chinês que ela era uma anta.
A resposta você terá amanhã....
See you
SE MEU TÊNIS FALASSE...
Desde pequeno eu tenho um relacionamento bem próximo com os meus tênis. Nunca tive muitos pares ao mesmo tempo e frequentemente tinha apenas dois, um que usava pra ir à escola e jogar futebol, e outro quando saia com a minha família. E normalmente eu os uso até abrir um buraco na sola ou rasgar ao meio.
Lembro-me com carinho do meu Kichute, que me acompanhou durante muito tempo nos colégios Salete e SAA. Também tive um Lecheval cano-longo branco com detalhes em amarelo fosforecente. Não sei porque, mas quando eu era pequeno, tive uma fase que só gostava de tênis cano-longo. Acho que isso nem existe mais hoje, com exceção de algum All Star (que eu também tive). Não posso esquecer do Lecoq Sportif que eu usei até minha mãe jogar ele fora sem eu saber.
Dos 15 aos 20 anos eu me lembro de um Olympikus preto com detalhes em marrom que foi meu parceiro em muitas histórias, incluindo meu primeiro rolê de longa distância de bike com o Glauco e o Luciano, pra Ibiúna. Foi um dos tênis que mais gostei, principalmente porque eu só tive ele por quase 5 anos. Esse tênis eu ganhei da minha vó Rosa quando eu fui roubado no ônibus e os trombadinhas levaram o único tênis que eu tinha na época, se não me engano um Mizuno. Depois de anos de excelentes serviços prestados e três buracos na sola, fui obrigado a aposentá-lo com honras militares, porque ele foi guerreiro.
Na seqüência eu tive um Nike marrom e preto que foi meu parceiro até meados de 2007. Com ele participei de minha primeira corrida de aventura e fiz muitos outros passeios, viagens e rolês. Até a minha vinda pra Austrália, ele estava no meu armário, pois não queria me desfazer dele. Mas ele se foi depois de 5 anos também.
Hoje, meu parceiro é um Adidas preto com detalhes em vermelho e prata. Com ele eu fiz minha primeira corrida de 10 km. Com ele fiz muitos rolês nas ruas, avenidas e estradas de São Paulo de bike. Ele teve oportunidades que outros não tiveram como pisar e terras estrangeiras. Com ele eu visitei a Argentina e passei por Chile e Nova Zelândia. E hoje, mais do que nunca, temos divido as curtições, micos e aventuras na Austrália. E eu não tenho dúvidas, ele estará comigo durante muitos anos ainda, pois temos planos juntos de conhecer muitos outros lugares, culturas e pessoas.
Meus tênis sabem das minhas histórias mais engraçadas, bizarras e incríveis. Eles estiveram comigo nas minhas aventuras, nos meus roles de bike e nas minhas viagens. Suportaram comigo longas caminhadas ou corridas. Ah se eles pudessem falar.....
Lembro-me com carinho do meu Kichute, que me acompanhou durante muito tempo nos colégios Salete e SAA. Também tive um Lecheval cano-longo branco com detalhes em amarelo fosforecente. Não sei porque, mas quando eu era pequeno, tive uma fase que só gostava de tênis cano-longo. Acho que isso nem existe mais hoje, com exceção de algum All Star (que eu também tive). Não posso esquecer do Lecoq Sportif que eu usei até minha mãe jogar ele fora sem eu saber.
Dos 15 aos 20 anos eu me lembro de um Olympikus preto com detalhes em marrom que foi meu parceiro em muitas histórias, incluindo meu primeiro rolê de longa distância de bike com o Glauco e o Luciano, pra Ibiúna. Foi um dos tênis que mais gostei, principalmente porque eu só tive ele por quase 5 anos. Esse tênis eu ganhei da minha vó Rosa quando eu fui roubado no ônibus e os trombadinhas levaram o único tênis que eu tinha na época, se não me engano um Mizuno. Depois de anos de excelentes serviços prestados e três buracos na sola, fui obrigado a aposentá-lo com honras militares, porque ele foi guerreiro.
Na seqüência eu tive um Nike marrom e preto que foi meu parceiro até meados de 2007. Com ele participei de minha primeira corrida de aventura e fiz muitos outros passeios, viagens e rolês. Até a minha vinda pra Austrália, ele estava no meu armário, pois não queria me desfazer dele. Mas ele se foi depois de 5 anos também.
Hoje, meu parceiro é um Adidas preto com detalhes em vermelho e prata. Com ele eu fiz minha primeira corrida de 10 km. Com ele fiz muitos rolês nas ruas, avenidas e estradas de São Paulo de bike. Ele teve oportunidades que outros não tiveram como pisar e terras estrangeiras. Com ele eu visitei a Argentina e passei por Chile e Nova Zelândia. E hoje, mais do que nunca, temos divido as curtições, micos e aventuras na Austrália. E eu não tenho dúvidas, ele estará comigo durante muitos anos ainda, pois temos planos juntos de conhecer muitos outros lugares, culturas e pessoas.
Meus tênis sabem das minhas histórias mais engraçadas, bizarras e incríveis. Eles estiveram comigo nas minhas aventuras, nos meus roles de bike e nas minhas viagens. Suportaram comigo longas caminhadas ou corridas. Ah se eles pudessem falar.....
quarta-feira, 11 de junho de 2008
PARABÉNS
Quero dar os parabéns pra uma pessoa mais do que especial. Uma mulher guerreira, batalhadora, linda, de grande coração, que não abaixa a cabeça perante as dificuldades. Alguém que não tem medo de enfrentar uma nova situação se souber que isso será bom para as pessoas que amam.
Alguém que não teve uma vida fácil, que desde pequena luta para melhorar e que a cada ano progride ainda mais. Alguém que apesar de toda a coragem que tem e já demonstrou, não tem vergonha de chorar quando está triste, quando não sabe o que fazer, quando alguém a machuca. Que sofre quando os filhos estão longe e que gostaria de tê-los debaixo de suas asas por toda a vida.
Uma mulher que quando quer algo, corre atrás. Que tem caráter, ética e valores que a tornam exemplo para os filhos, familiares e amigos. Alguém que inspira pessoas e é inspirada por Deus. Uma mulher de fé, que sabe esperar e praticar o dom da paciência.
A mulher que foi, é, e continuará sendo meu exemplo por toda a vida.
Mãe, parabéns por mais um aninho de vida. Te amo e obrigado por tudo.
Alguém que não teve uma vida fácil, que desde pequena luta para melhorar e que a cada ano progride ainda mais. Alguém que apesar de toda a coragem que tem e já demonstrou, não tem vergonha de chorar quando está triste, quando não sabe o que fazer, quando alguém a machuca. Que sofre quando os filhos estão longe e que gostaria de tê-los debaixo de suas asas por toda a vida.
Uma mulher que quando quer algo, corre atrás. Que tem caráter, ética e valores que a tornam exemplo para os filhos, familiares e amigos. Alguém que inspira pessoas e é inspirada por Deus. Uma mulher de fé, que sabe esperar e praticar o dom da paciência.
A mulher que foi, é, e continuará sendo meu exemplo por toda a vida.
Mãe, parabéns por mais um aninho de vida. Te amo e obrigado por tudo.
SMILE
O BOM FILHO A CASA TORNA
Cof, cof, cof......To passando pra tirar a poeira do blog. Será que ainda está visitando o blog??? Bom, se por acaso alguém passar por aqui, por favor, deixe um comentário, pois isso ajuda quem está escrevendo a continuar, pois assim eu sei que pessoas estão lendo.
See you.
See you.
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